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CICLO CINEMAS DO MUNDO | BYE BYE

  • Cinema

23/01/2012 (19:00)

CICLO CINEMAS DO MUNDO

Segunda-feira, 23 de Janeiro 2012
BYE BYE
de Karim Dridi › 1995| Drama| 1h45

Entrada Livre. Filme legendado em português.

COM: Sami Bouajila, Nozha Khouadra, Ouassini Embarek, Philippe Ambrosini, Frédéric Andrau,
ARGUMENTO: Karim Dridi
FOTOGRAFIA: John Mathieson
SOM: Laurent Lafran
MÚSICA: Steve Shehan, Jimmy Oihid
MONTAGEM: Lise Beaulieu
PRODUÇÃO: ADR Productions
ORIGEM: França, Bélgica, Suíça
ESTREIA EM FRANÇA: 1995
Presença em festivais
Festival de Cinema de Cannes (1995): Prémio Juventude; Festival de Cinema do Mundo de Montreal (1995); Festival Internacional de Cinema do Cairo (1996); Festival Internacional de Cinema de Karlovy Vary (1999).


O filme
Após um drama familiar do qual carrega a culpa, Ismael deixa Paris com o irmão de 14 anos, Mouloud, para irem ter com a família do tio a Marselha. Mas acaba por ter que levar Mouloud aos pais que regressaram à Tunísia. Este recusa-se e para escapar a esta partida foge...
BYE BYE é um filme de andanças por uma cidade mestiça, Marselha, que simultaneamente atrai e rejeita alguns dos seus habitantes. A sua incursão pelos medos e anseios juvenis fê-lo ganhar o Prémio do júri jovem do Festival de Cannes.

O Realizador
Karim Dridi, depois de ter realizado várias curtas-metragens, estreia-se nas longas, em 1994, com PIGALLE, um filme sobre strippers e ladrões de carteiras que deu nas vistas no Festival de Veneza. O filme seguinte, BYE BYE, tinha a imigração como pano de fundo. Mudando de estilo, Dridi realizou, em 1998, HORS JEU, com várias actrizes conhecidas tomadas como reféns. No ano seguinte, voltou a surpreender com um documentário, CUBA FELIZ, sobre a música da ilha caribenha. Em 2003, apresentou outro documentário, FUREUR, sobre uma arte marcial. LE DERNIER VOL de 2009, foi o primeiro filme de grande orçamento, um filme de época rodado nas areias do Sahara.

Sobre o filme

A diversidade das personagens garante a vitalidade do filme. (...) Essa vitalidade é alimentada a partir de dentro por um domínio perfeito da encenação que explode nas cenas de violência, ofegantes, frenéticas. À beira do abismo.
Pascal Merigeau in Le Monde

Prendemo-nos a cada personagem, que seguimos passo a passo até aos pequenos nadas da vida, com uma grande sensibilidade, uma humanidade comovente, o que confere todo o charme a este filme atraente e honesto.

Thomas Bourguignon in Positif

Ver o programa completo do ciclo em PDF

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